Saúde na gravidez

Cãibras na gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 13/11/2014 às 14h05

alongamento

cãibra na gravidez é muito comum. Geralmente são desconfortáveis, mas inofensivas e facilmente resolvidas com compressas de água quente, massagens e uma alimentação saudável.

As cãibras podem aparecer por causa do peso extra que a mulher carrega durante a gravidez. Ela se agrava quando você passa muito tempo em pé, fazendo os músculos se cansarem.

São mais comuns no segundo e no terceiro trimestre da gestação, aparecendo principalmente durante a noite e tirando o seu sono.

Outras possíveis causas são: o excesso de fósforo (presente em frios, salgadinhos e refrigerantes) e a escassez de minerais como o cálcio, o magnésio e o potássio no sangue. Outra possibilidade é a pressão do útero sobre os nervos que vão até as pernas.

Como aliviar as cãibras

- Tome banhos quentes ou coloque uma compressa de água na região;
- Use meias específicas;
- Massageie o músculo afetado;
- Faça exercícios físicos regularmente, como: caminhada e alongamento.

Como evitar as cãibras

- Evite alimentos que contenham muito fósforo (como o refrigerante);
- Consuma alimentos ricos em potássio (como banana e laranja) e cálcio (como os derivados de leite);
- Sempre quando puder, movimente os músculos dos tornozelos e dos pés;
- Evite ficar muito tempo em pé, sentada com as pernas cruzadas e de salto;
- Alongue-se antes de dormir e assim que acordar.

Mesmo sendo comum e fácil de tratar, se a cãibra persistir procure o seu médico e explique os sintomas. Pois pode ser algo mais sério que necessite de tratamento.

Fonte: Baby Center

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A importância do pré-natal

Publicado por Daniela Cumerlato em 06/11/2014 às 13h09

medico

Os exames do pré-natal são muito importantes para as mamães e para os bebês. Eles garantem uma gestação saudável, sem riscos e com todos os cuidados necessários.

O pré-natal é o maior exemplo de amor que a mamãe pode dar para o seu filho, eles podem cuidar da saúde e do bem-estar do pequeno, evitando doenças, complicações e até o parto prematuro.

Normalmente as consultas acontecem mensalmente, e a semana depende de quando descobriu a gravidez e foi ao médico pela primeira vez. Por isso mesmo, os exames acabam sendo mais divididos entre os trimestres, e os ultrassons respeitam melhor a divisão das semanas.

Principais exames do pré-natal

Confira a seguir quais são os principais testes pedidos nessa época, e quando são feitos, para você poder cobrar todos do seu obstetra:

- Hemograma completo: Pedido sempre na primeira consulta da gestação, podendo ser repetido no segundo ou no terceiro trimestre de acordo com a conduta do obstetra. O hemograma é a avaliação de todos os compostos presentes no sangue, eles ajudam a avaliar como está a coagulação do sangue, o sistema imunológico e se a mãe está com anemia.

Resultados normais:
Hemácias - 3.800.000 a 5.200.000/mm3
Hemoglobina - 12.0 a 16.0 g/dl
Global de Leucócitos - 4.000 a 11.000 /mm3
Plaquetas - 140.000 a 450.000/mm3

- Glicemia: Normalmente a glicemia é pedida junto com a primeira bateria de exames e a curva glicêmica é pedida no quinto mês. Pode ser feita a glicemia de jejum, que contabiliza a quantidade de glicose no sangue quando não há ingestão de alimentos. Depois pode ser feita a curva glicêmica, que mede a quantidade de açúcar no sangue após duas horas de ingestão desse alimento. Quando as taxas estão acima do normal, o médico pode suspeitar do quadro de diabetes gestacional, que torna a gravidez mais arriscada.

Resultados normais:
Glicemia de jejum: o normal é que esteja abaixo de 99 mg/dl
Curva glicêmica: os valores são abaixo de 92 mg/dl no primeiro exame, menos de 180 mg/dl após uma hora e menor que 153 mg/dl depois de duas horas.

- Sistema ABO e fator Rh: O exame é pedido na primeira consulta pré-natal e não há necessidade de ser repetido. Esse procedimento indica qual o tipo de sangue da mãe. Saber o sistema ABO ajuda em possíveis transfusões sanguíneas. Já o fator Rh é mais importante: "Mães que sejam fator negativo e têm bebês com fator positivo podem obter um quadro chamado eritoblastose fetal. No parto, quando os sangues entram em contato, são formados anticorpos anti-Rh no corpo da mãe, que podem destruir as hemácias do próximo bebê Rh que ela tiver", ensina Fabio Rosito, especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Para evitar que isso aconteça, é ministrado um medicamento após o parto que impede que esses anticorpos se formem.

- Sorologia para HIV e VDRL: Sempre no início do pré-natal, para que, em caso positivo, o tratamento preventivo comece logo. O primeiro exame indica quando a mãe é soropositiva para HIV. Já o segundo mostra se a mãe está contaminada com a bactéria que causa sífilis. É importante saber o resultado dessas doenças para não prejudicar o feto, e nem transmitir a doença.

- Reação para toxoplasmose e para rubéola: Ele sempre é feito no início do pré-natal e depois repetido no terceiro trimestre. Os exames indicam se a paciente já teve algum contato com os causadores dessas duas doenças. A toxoplasmose pode provocar sequelas para o feto e malformações, por atacar e destruir tecidos. Já a rubéola pode trazer complicações neurológicas, cegueira e surdez para a futura criança.

- Sorologias para hepatite B e C e para citomegalovírus: Ele é feito no primeiro trimestre e repetido no terceiro trimestre, ou mais vezes de acordo com o histórico da paciente. Verificam se a mãe está com alguma dessas doenças, que podem prejudicar o desenvolvimento do feto também.

- Urina: É pedido na primeira consulta pré-natal e normalmente é repetido nos outros trimestres. O exame de urina normalmente indica se a paciente está com alguma infecção urinária, mesmo que sem sintomas.

Resultados normais: É indicado que a densidade varie de 1005 e 1030 e o pH esteja entre 5,5 e 7,5. No exame químico não devem constar glicose, proteínas, cetonas, bilirrubina, urobilinogênio, leucócitos, hemoglobina e nitritos. Já na Microscopia do Sedimento deve exibir:

- Células epiteliais - algumas
- Leucócitos - 5 por campo
- Hemácias - 3 por campo
- Muco - ausente
- Bactérias - ausentes
- Cristais - ausentes
- Cilindros - ausentes

- Fezes: É feito apenas no início do pré-natal. Ele mostra se a gestante está com alguma verminose.

- Ultrassonografia: Não há necessidade de fazer o ultrassom em todas as consultas de pré-natal. Mas quatro não podem faltar:

  1. Logo no começo do pré-natal, avalia onde está ocorrendo essa gestação, se ela realmente está dentro do útero; qual a idade gestacional do feto, para que possa se calcular o desenvolvimento; e se há mais de um bebê;
  2. Entre as semanas 11 e 14 é feito um ultrassom morfológico, que avalia como está o desenvolvimento e a formação da criança;
  3. Entre as semanas 20 e 24 é preciso avaliar a formação dos órgãos e dos membros novamente;
  4. Por volta da 32ª semana um ultrassom é feito para conferir se está tudo certo para o parto, se o bebê está na posição correta, por exemplo, e se ele cresceu nem nesse período.

Fonte: Site Minha Vida

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Vacina contra coqueluche para grávidas

Publicado em 31/10/2014 às 16h08

Futuras mamães que estão entre a 27ª e a 36ª semana de gravidez, anotem essa informação: comparecer no posto de saúde para tomar gratuitamente a vacina DTPa (tríplice acelular contra difteria, tétano e coqueluche). Por enquanto as gestantes do Estado de São Paulo serão imunizadas,  a partir de hoje, dia 03/11. 

A vacina antes protegia somente contra a difteria e o tétano, mas a coqueluche foi incluída, devido o alto índice de letalidade dessa doença, principalmente em crianças com até dois meses de vida. A gestante tendo tomado a vacina, fica ela e o bebê protegidos.

“A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Saiba mais sobre a coqueluche

A causa da coqueluche é uma bactéria transmitida pelo ar, através da secreção eliminada ao falar, espirrar e tossir. Um dos sintomas é a tosse, que pode durar até 30 minutos e se repetir várias vezes ao longo do dia. Além disso, não costuma apresentar febre, porém pode apresentar coriza na fase catarral.

Para diagnosticar a doença são feitos exames laboratoriais e se confirmada a coqueluche, são receitados antibióticos para tratamento.

A prevenção é feita por meio da vacinação nas idades corretas, que são 2,4 e 6 meses e as doses de reforço ao 15 meses e entre 4 e 6 anos para que a imunização seja completa.

Fonte: Revista Crescer

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Novas propostas para incentivar o parto normal no Brasil

Publicado em 15/10/2014 às 16h51

parto normal

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (14/10), uma série de propostas para ampliar o parto normal e evitar cesarianas desnecessárias na rede de saúde privada do país. As duas propostas da Agência Nacional de Saúde (ANS) serão colocadas para consulta pública, a partir do dia 24 de outubro.

A primeira medida apresenta que, mulheres, grávidas ou não, poderão fazer uma solicitação sobre as taxas de partos normais e cesáreas que cada médico e estabelecimento de saúde realizam, para que ela possa se orientar sobre o profissional que irá prestar atendimento.

A segunda proposta é para que os hospitais particulares emitam um documento com todas as informações sobre o trabalho de parto, seria o partograma, no qual constará dados como a dilatação, contrações e condições da mãe e bebê. “Respeitar a mulher é acima de tudo disponibilizar a ela todas as informações sobre o parto normal e fazer com que o parto cirúrgico seja adotado apenas quando indicado”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Parto normal x parto cesarianas

No Brasil, a cesárea chega até 86,4% dos nascimentos na rede privada, já no Sistema Único de Saúde, atinge os 40%, sendo que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que apenas 15% dos partos sejam cirúrgicos.

Confira algumas diferenças do parto normal e cesariana

Parto normal Parto cesariana
Sem dor no pós parto Dor no pós-parto
Menos risco de infecção Há maior risco de infecção
A recuperação é mais rápida Há maior risco de infecção
O trabalho de parto é mais longo, pode chegar até 12 horas. A cirurgia leva cerca de 1 hora
É possível fazer sem anestesia ou anestesia em baixa dosagem É necessário anestesia raquiana ou peridural                     

 

 

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Dicas para evitar o intestino preso na gravidez

Publicado em 13/10/2014 às 16h36

intestino preso na gravidez

Se você está sofrendo com o intestino preso na gravidez, saiba que não está sozinha e que isso é algo muito frequente entre as futuras mamães, porém com algumas mudanças de hábito é possível reverter esse quadro.

A prisão de ventre durante a gravidez ocorre geralmente por duas razões. A primeira é devido o aumento do hormônio progesterona que deixa o intestino mais lento e a segunda está relacionada ao crescimento da barriga, que conforme aumenta e o útero dilata, o intestino é pressionado, isso o deixa mais devagar para funcionar.

Passar vários dias sem ir ao banheiro pode gerar um incômodo muito maior, que são as hemorroidas, que surgem devido ao ressecamento das fezes e por fazer força para evacuar. Mas mesmo sendo um grande incômodo, é importante não tomar laxantes sem recomendação médica, em casos mais graves um profissional poderá receitar um adequado para gestantes.

Dicas para acabar com a prisão de ventre durante a gravidez

- Refeições ricas em fibras são fundamentais para o bom funcionamento do intestino, arroz e pão integral, linhaça, aveia, gergelim, frutas, verduras e legumes.

- Manter uma boa hidratação é importante para ajudar no processo de digestão e evitar que as fezes ressequem. Por isso, beber diariamente dois litros de água é preciso, consumir sucos naturais como o de mamão com laranja também auxiliam no funcionamento do intestino.

- Faça pequenas refeições ao longo do dia de 3 em 3 horas e também mastigue bem os alimentos.

- Caso não haja nenhuma restrição, a prática de exercícios como hidroginástica e caminhada podem auxiliar muito no bom funcionamento intestinal.

- Evite alimentos gordurosos e também muito condimentados.

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Dor na coluna durante a gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 08/10/2014 às 14h02

costas

 

É comum as pessoas se queixarem de dores nas costas, esse incômodo pode atingir tanto homens quanto mulheres em qualquer faixa etária, por causa de maus hábitos posturais. Porém as gestantes tem maior incidência, devido às alterações hormonais e ao peso a mais que ela carrega nesse período.

O crescimento da barriga na gravidez provoca uma mudança no centro da gravidade da coluna vertebral, que faz com que a mulher incline o tronco para frente provocando uma sobrecarga e uma curvatura maior na lombar e nuca.

Outro fator é a elevação hormonal, que deixa as articulações e ligamentos (tanto da coluna como da bacia) mais instáveis, provocado as dores.

A postura durante a realização de tarefas como: permanecer longos períodos sentada à frente do computador, ou fazendo anotações com a cabeça abaixada, ou apoiar o telefone no ombro são fatores que podem contribuir para aumentar as dores.

Mesmo sendo dores comuns na gestação, é importante buscar a ajuda de um médico para identificar a causa do problema. Pois pode ser algo mais grave como a hérnia de disco.

Para fortalecer as articulações e melhorar a postura, exercícios leves são recomendados. Confira algumas dicas para garantir uma gestação sem dor na coluna:

- Faça exercícios físicos com intensidade moderada, como: caminhada, hidroterapia, yoga etc;

- Use cintas especiais para gestantes, ela fornece um alívio imediato;

- Faça alongamentos;

- Evite carregar peso;

- Procure dormir de lado e com travesseiros entre os joelhos para alinhar a coluna;

- Evite subir escadas;

- Não permaneça mais que 2 horas na mesma posição;

- Sente em sofás e cadeiras mais altas para evitar fazer esforço ao se levantar;

- Não use sapatos de salto alto;

- Cuide da alimentação, para manter o peso dentro dos limites normais para gestantes;

- Seja cuidadosa e não tente se tratar sozinha, busque sempre um especialista.

Fonte: Revista Materlife

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O que é o ácido fólico?

Publicado por Daniela Cumerlato em 30/09/2014 às 12h19

medico

 

Quando a mulher decide ter um filho é necessário diversos cuidados para uma gestação saudável, planejar a gravidez com antecedência diminui os riscos do bebê nascer com alguma doença. Um nutriente fundamental para este período é o ácido fólico ou folato.

O ácido fólico é uma vitamina do complexo B que atua diretamente na formação do feto e ajuda a evitar diversas doenças, como: lábio leporino, distúrbios no coração e anencefalia. A deficiência do folato na alimentação da gestante pode causar má-formação cardíaca, faciais e do tubo neural no bebê.

O tubo neural é formado logo no primeiro mês de gravidez, ele é o sistema nervoso primitivo do feto e irá desenvolver a formação do cérebro e da medula espinhal. Estudos do Centro de Controle de Doenças dos EUA revelam que mulheres que tomam doses diárias de ácido fólico ao menos 1 mês antes de engravidar e durante o primeiro trimestre de gestação, reduz de 50 a 70% os riscos de problemas no tubo neural.

A maioria dos médicos indicam que além de ingerir alimentos que contenham ácido fólico, complete a necessidade diária com suplementos. A quantidade indicada pela Organização Mundial de Saúde é de 0,4 miligramas por dia da substância.

Portanto assim que começar a planejar uma gravidez, agende uma consulta com o seu médico para receber todas as indicações necessárias.

Alimentos ricos em ácido fólico

- Verduras escuras, como: couve, brócolis, espinafre, escarola;

- Batata grande (aquelas para assar com casca);

- Feijões de todos os tipos, lentilha, ervilha;

- Gérmen de trigo;

- Aspargos;

- Frutas cítricas, como: laranja, limão, tangerina;

- Ovo cozido;

- Salmão;

- Carne vermelha.

Não cozinhe demais as verduras, pois acaba com os nutrientes. Tente ingerir vegetais cozidos a vapor ou crus.

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Inchaço dos pés na gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 24/09/2014 às 11h03

agua

 

O inchaço nos pés é o principal desconforto das mulheres durante a gravidez. Essa é uma reação normal do corpo ao longo da gestação e acontece mais frequentemente a partir do 5º mês. Esse inchaço que também é conhecido como edema pode afetar ainda as mãos e as pernas.

É causado pela retenção de líquidos que o corpo produz a mais. O aumento de peso também influencia o inchaço nos pés, intensificando a pressão nos calcanhares. Além da compressão das veias na região do abdome, devido ao aumento do útero e do bebê, que dificulta o retorno do sangue ao coração.

No verão e em épocas quentes o quadro pode se agravar, isso porque o calor provoca a dilatação dos vasos sanguíneos.

Dicas para aliviar o inchaço nos pés

- Quando sentar levante os pés em cima do sofá ou de um banquinho;

- Durma também com os pés elevados, uma solução é apoiá-los em travesseiros;

- Parece estranho, mas beba bastante água. O aumento do líquido ajuda a eliminar o excesso de fluídos;

- Faça exercícios físicos para ativar a circulação, como caminhada, hidroginástica e natação;

- Consuma uma alimentação rica e balanceada, e evite o excesso de sódio e açúcar;

- Mantenha um peso saudável e razoável, evite engordar muito;

- Aplique cremes calmantes a base de cânfora;

- Coloque os pés de molho em água morna e sal grosso;

- Use meias elásticas, elas ajudam a diminuir o acúmulo de água nas paredes das veias periféricas. E use roupas leves, para não prejudicar a circulação do sangue;

- Utilize calçados confortáveis e sem saltos.

Na loja Espaço Gestar a futura mamãe encontra diversas novidades de roupas e calçados super confortáveis, que irão ajudar nesse momento tão especial.

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Como preparar o corpo para a gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 16/09/2014 às 13h03

médico

 

Para ter uma gestação saudável é muito importante a mulher começar a se preparar com antecedência. A alimentação e o estilo de vida devem se adequar e o corpo precisa estar em condições ideais, assim a gravidez será tranquila e sem riscos para a mamãe e para o bebê.

Muitos problemas de saúde podem ter de mudar o tratamento, como diabetes, asma ou epilepsia. Mas mesmo sem ter alguma doença é essencial o acompanhamento clínico, assim a mamãe terá tempo de tomar vacinas e fazer todos os exames.

Antigamente os casais se consultavam com o médico antes de casar, era o chamado “pré-nupcial”. Nesses exames ficava claro que o casal gostaria de ter filhos logo após o casamento. Essa prática não é muito comum nos dias atuais, mas vale ressaltar a necessidade da mulher ir ao ginecologista uns 3 meses antes de começar a tentar engravidar. Nessa consulta o médico irá perguntar sobre o anticoncepcional, se a mulher já tem filho e como foi o parto, se já sofreu algum aborto e se já teve algum problema menstrual.

O histórico familiar do casal é investigado nessa fase, doenças como hipertensão, síndrome de Down ou fibrose cística, e todas as outras genéticas, devem ser mencionadas. Os riscos dessas doenças para a gravidez serão avaliados e alguns testes serão realizados.

Confira os exames e orientações mais comuns e se prepare para a gravidez:

- Exames de sangue: Além do hemograma completo, o doutor irá solicitar tipagem sanguínea, hepatites, sífilis, rubéola, HIV. Esses testes irão detectar se os pais tem alguma doença que pode ser transmitida para o bebê, se estão em condições favoráveis para a gestação, e se a mulher não tem anemia ou algo que prejudique este período.

- Urina: É necessário para verificar se a mamãe tem algum tipo de infecção urinária. As infecções estão associadas a parto prematuro, baixo peso do bebê e até aborto.

- Fezes: Detecta se tem algum parasita que podem causar anemia ou algum problema para a gestante.

- Exames ginecológicos: Durante a gestação, não é comum fazer papanicolau. Só volta a ser realizado após 6 meses do nascimento do bebê. Portanto o médico faz esse e outros exames para verificar a presença de bactérias prejudiciais a fertilidade da mulher.

- Vacinas: Todas as vacinas da futura mamãe devem estar em dia. Com elas é possível prevenir malformação e até aborto espontâneo. Entre as vacinas mais usadas, são as contra: Hepatite A, Hepatite B, Rubéola, Catapora, Pneumococos, Meningococos e talvez até um reforço da vacina antitetânica.

- Ácido Fólico: Defeitos na formação do tubo neural do bebê são evitados em grande parte com a suplementação de ácido fólico. A orientação é que mulheres tomem,em média, pelo menos 400 mcg de ácido fólico por dia, mantendo a suplementação até pelo menos a 12a. semana de gravidez..

- Tabagismo, álcool e drogas: Esses hábitos podem trazer muitos riscos para o feto, como problemas mentais, falta de peso, crescimento lento e até aborto. Portanto os médicos pedem para serem evitados no preparo para a gravidez e durante a gestação.

- Alimentação: Uma dieta apropriada é essencial não somente durante a gravidez, mas antes também. Assim o bebê nascerá saudável e nutrido.

- Exercícios físicos: o ideal é que a futura gestante tenha um peso adequado antes e durante a gestação. As mulheres que estão acima do peso podem ter uma gravidez desconfortável, além de possíveis problemas médicos como pressão alta e diabetes. Se ainda não tiver iniciado, poderá começar um programa de exercícios leves. Caminhar todos os dias é uma boa opção.

 

Fonte: Baby Center

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Dicas de como diminuir o inchaço na gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 08/09/2014 às 12h49

inchaço

Durante a gravidez a maioria das mulheres reclamam de inchaço no corpo, principalmente nas pernas, pés, mãos e braços. Aquela sandália confortável já está começando a incomodar, a pulseira que você mais gosta está apertada e seu anel não entra mais. Mas não se preocupe essa é uma reação normal, especialmente nas gestantes que estão no final do segundo trimestre.

Esse inchaço, chamado pelos médicos de edema, acontece por causa da retenção de líquidos da gravidez, e pelo útero que, acompanhando o crescimento do bebê, começa a comprimir os vasos localizados na região pélvica, prejudicando a circulação do sangue.

O excesso de líquido que estava no sangue, ao encontrar resistência no retorno dos membros inferiores ao coração, extravasa pela parede dos vasos, causando o inchaço dos pés e das pernas. O ideal é seguir algumas orientações para diminuir o inchaço, podendo até fazer com que ele não apareça.

Confira algumas dicas especiais para amenizar esse desconforto:

- Atenção com a alimentação e o excesso de peso;

- Diminuir a prática do tabagismo;

- Reduzir o sal dos alimentos;

- Fazer caminhada ou hidroginástica, com recomendação médica;

- Usar meia elástica, mas cuidado para não usar no calor pois esquenta muito;

- Levante os pés todas as noites, utilize um banquinho ou coloque um travesseiro embaixo do lençol;

- Beba muito líquido (de 2 a 3 litros por dia), principalmente quando o clima está quente;

- Evite alimentos como fritura, sal e doces. Esses alimentos provocam o acúmulo de toxinas no organismo e a retenção hídrica;

- Faça drenagem linfática com um profissional especializado em gestantes.

A mamãe deve ficar atenta se o inchaço for intenso, principalmente se o ganho de peso for grande, quando houver formigamento dos braços, limitação de movimentos dos dedos das mãos e dor na região da nuca. Esses são sinais de problemas renais como diabetes gestacional ou pressão alta que podem aparecer isoladamente ou em conjunto. Essas alterações são perigosas para a mamãe e para o bebê, portanto é importante ter o acompanhamento de um obstetra durante todo o pré-natal.

Fonte: Guia do bebê

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