Saúde na gravidez

Você sabia que 47% das grávidas engordam além do recomendado?

Publicado por Arthur Bonato em 24/03/2015 às 14h37

peso na gravidez

A pesquisa que foi publicada no Obstetrics & Gynecology destaca que quase metade das grávidas atingem um peso maior do que o indicado no período de gestação. O estudo foi feito com aproximadamente 44 mil mulheres que deram a luz entre 2010 e 2011 nos Estados Unidos.

Ainda não se sabe ao certo os motivos que desencadeiam o desenvolvimento deste excesso de peso, mas ao mesmo tempo outra questão tem chamado bastante a atenção: mulheres obesas ou acima do peso na fase inicial da gravidez, têm de duas três vezes mais chances de engordarem além do indicado. Portanto, é sempre essencial que aquelas que pretendem engravidar no futuro busquem um controle rígido do seu peso, de acordo com Andrea Sharma, autora do estudo.

É claro que nem sempre é possível ingerir os alimentos corretos, por estar fora de casa ou no trabalho por exemplo. Muitas vezes as opções dentro do nosso alcance contém muitos carboidratos ou açúcares, esses os principais prejudiciais da dieta.

Mas quais são os riscos?

O ganho de peso elevado na gestação traz problemas à mãe e aos bebês em alguns casos. Além do aumento nas chances da mulher desenvolver algum quadro de diabetes e pressão alta, pode trazer também outros problemas, como: dores nas costas, inchaço, infecções, dificuldade para respirar, estrias e varizes.

O parto também pode ter alguma complicação ou ser prematuro, sem contar que os bebês podem nascer acima do peso ideal predispostos a se tornarem obesos no futuro.

E quanto devo comer?

No primeiro trimestre os enjoos são constantes e a vontade de comer diminuiu por conta disso, mas não é motivo de preocupação. Uma vez que a mãe não esteja abaixo do peso, sua reserva de nutrientes garante que tanto ela quanto o bebê mantenham-se nutridos.

Já no segundo trimestre a ideia seria uma ingestão de 340 calorias extras para completar a dieta. E no terceiro, 450. Essas calorias podem ser encontradas em uma maçã ou copo de iogurte grego (sem gordura) por exemplo. Na verdade um simples lanchinho no decorrer do dia já supre essa quantidade de calorias, não sendo necessário incrementar as principais refeições.

Recomendações em geral

É imprescindível que no início da gestação a mulher faça um acompanhamento com um obstetra para orientá-la sobre os limites para ganho de peso, tendo como base seu IMC (índice de massa corpórea). Persistindo dúvidas sobre quais as calorias certas a serem ingeridas, uma consulta com um nutricionista pode ajudar bastante.

Exercícios físicos são ótimas sugestões para as futuras mamães e podem beneficiá-las durante a gestação de diversas formas, desde que, sejam feitos com moderação. Procure um profissional especializado.

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Conheça os principais exames realizados durante a gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 09/03/2015 às 13h25

principais exames na gravidez

Colocar em dia os exames pré-natais é uma prevenção importantíssima não só para as futuras mamães, como também, para seus bebês.

Para facilitar o entendimento da rotina dos principais exames a serem feitos, a divisão é feita por trimestres e, caso exista a necessidade de outros exames além dos tradicionais seu médico solicitará.

Confira agora a lista dos exames pré-natais:

1º Trimestre de gestação

Hemograma completo: É comum durante a gestação da mulher que ocorram casos de anemia, como por exemplo, a anemia dilucional. Isso ocorre, porque nesse período há um aumento do volume de sangue em circulação.

Através desse exame, é possível ter uma contagem certa dos leucócitos, plaquetas e hemoglobina presentes no sangue.

Glicemia de jejum: Durante a gestação o organismo da mãe deve produzir insulina em quantidade suficiente para ela e o bebê. Este exame de sangue consiste basicamente em identificar os níveis de glicemia do corpo da mãe para evitar a diabetes gestacional.

Tipagem Sanguínea: Este exame é extremamente importante, pois identifica o sangue e o fator rh da mãe.

É fundamental saber o sangue da mãe para o caso de alguma cirurgia que tenha que ser feita de imediato.

O fator rh é para uma questão mais delicada. Quando o da gestante é negativo e o do pai positivo, existe 50% de chance do bebê nascer com o fator positivo. O problema é que quando isso ocorre, nas próximas gestações o organismo da mãe pode originar anticorpos que acabam com as hemácias fetais.

Sorologia: Indica a presença de doenças que podem trazer riscos tanto para a mãe quanto para o bebê, por exemplo: HIV, sífilis, hepatites, toxoplasmose, etc.

Coleta de Urina: Recomendado para identificar infecções que podem antecipar o parto. A coleta pode ser feita até mesmo em casa e, deve ser realizada periodicamente em portadoras de diabetes ou má formação do sistema urinário.

Coleta de Fezes: Também indicado na prevenção da anemia gestacional, a coleta busca identificar a presença de parasitas e/ou protozoários através das fezes.

Papanicolau: Realizado através da coleta das células do útero, o papanicolau busca prevenir e afastar qualquer possibilidade de câncer. Estando grávida ou não, é essencial fazê-lo ao menos uma vez por ano.

Ultrassonografias: Tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento do feto e sua formação

2º Trimestre de gestação

Ultrassom Morfológico: Inspeciona o crescimento e toda a anatomia do bebê, como: a formação do cérebro e dos órgãos, do coração, etc. Também indica a localização precisa da placenta.

3º Trimestre de gestação

Ultrassom com Dopplerfluxometria: Aponta o crescimento e o peso do feto através de um exame de imagem. Confirma também se o bebê está recebendo todos os nutrientes de maneira correta e verifica o fluxo sanguíneo no corpo da mãe.

Cultura para Streptococcus: Consiste na coleta de material da vagina para prevenir doenças infecciosas causadas pela bactéria streptococcus.

Pressão Sanguínea: Indicada para controlar a pressão sanguínea da mãe e evitar alterações drásticas. No caso de uma elevação fora do comum, a saúde tanto da mãe quanto da criança encontram-se em risco.

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Dicas para gestantes no Natal

Publicado por Daniela Cumerlato em 23/12/2014 às 14h24

cuidados na gravidez

 

Faltam apenas dois dias para o Natal, uma época deliciosa para aproveitar em família, fazer brincadeiras e comer coisas gostosas, mas as gestantes devem tomar alguns cuidados.

Para celebrar esta data importante é comum alguns rituais, como enfeitar a casa, encontrar presentes para a família, ir ao mercado comprar ingredientes para preparar uma grande ceia e ficar linda para aproveitar tudo isso.

É normal cometer alguns exageros nesse dia, por isso a futura mamãe tem que se controlar para manter a gravidez saudável. Confira algumas dicas para as gestantes no natal:

- Use roupas confortáveis, nada de saltos ou vestidos apertados;

- Se precisar sair para comprar presentes ou alimentos, opte por ir em horários de menor movimento e não carregue peso;

- Coma controladamente e sem exageros;

- Outra dica é procurar comer alimentos saudáveis, sem muita gordura e açúcar;

- Peça ajuda à sua família para enfeitar a casa, é importante não subir em móveis e cadeiras para não correr nenhum risco de acidente;

- Na hora de se arrumar para a festa, cuidado com cosméticos novos. Alguns são proibidos durante a gestação, pois podem prejudicar o bebê. Use apenas aqueles que seu médico já tenha indicado.

Esses cuidados são necessários para manter uma boa gestação, então mesmo nas datas festivas não descuide de nenhum ponto da sua saúde e do seu bebê. E aproveite esse lindo momento em família.

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Cuidados com viagens de avião na gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 10/12/2014 às 14h48

Cuidados com viagens de avião na gravidez

Durante a gravidez a maioria das mulheres podem fazer todas as rotinas normalmente. Gravidez não é doença para ter que ficar em casa, portanto quando a mulher é liberada pelo médico pode continuar trabalhando, estudando e até viajando.

Viajar em família é sempre uma experiência superdivertida, porém o trajeto feito de avião pode não ser tão confortável. Não existe restrição para gestantes que querem andar de avião, mas se você teve algum sangramento, pressão alta, diabetes ou parto prematuro, é bom conversar com o seu obstetra antes de embarcar.

Algumas mamães elegem o segundo trimestre da gestação como período ideal para viajar, pois os enjoos estão mais fracos. Normalmente não há problema em viajar até a 36ª semana de gestação, mas fique atenta na hora de comprar a passagem, pois algumas companhias aéreas vendem passagens para grávidas de até 28 semanas por causa do risco de parto prematuro. Em alguns casos no fim da gravidez, a viagem só é permitida quando o médico está embarcando junto.

Se a mamãe estiver saudável, não há risco nenhum para o feto durante a viagem. Para o voo ser o mais agradável possível, confira algumas dicas:

- Escolha um assento no corredor, para facilitar as idas ao banheiro;

- Opte por um lugar no meio do avião, perto da asa é o lugar de maior estabilidade. Ou naquelas fileiras que tem mais espaço para esticar as pernas (normalmente é a primeira da classe econômica);

- Ficar sentada durante muito tempo pode causar inchaço nas pernas e pés, sempre que possível levante e de uma volta pelo avião. Faça também exercícios simples, movimente os dedos dos pés, estique a perna, puxe o calcanhar e flexione os músculos;

- O risco de trombose e varizes aumentam em viagens de avião, para evitá-los use meias elásticas com compressão;

- Beba bastante água para deter os efeitos da desidratação que o ar seco do avião provoca;

- Use o cinto de segurança o tempo inteiro que estiver com aviso;

- Evite bebidas com cafeína, podem ter ação diurética. E também alimentos que produzem gases, porque eles se expandem em altitudes elevadas e causam incômodos;

- Por último use roupas confortáveis.

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Cãibras na gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 13/11/2014 às 14h05

alongamento

cãibra na gravidez é muito comum. Geralmente são desconfortáveis, mas inofensivas e facilmente resolvidas com compressas de água quente, massagens e uma alimentação saudável.

As cãibras podem aparecer por causa do peso extra que a mulher carrega durante a gravidez. Ela se agrava quando você passa muito tempo em pé, fazendo os músculos se cansarem.

São mais comuns no segundo e no terceiro trimestre da gestação, aparecendo principalmente durante a noite e tirando o seu sono.

Outras possíveis causas são: o excesso de fósforo (presente em frios, salgadinhos e refrigerantes) e a escassez de minerais como o cálcio, o magnésio e o potássio no sangue. Outra possibilidade é a pressão do útero sobre os nervos que vão até as pernas.

Como aliviar as cãibras

- Tome banhos quentes ou coloque uma compressa de água na região;
- Use meias específicas;
- Massageie o músculo afetado;
- Faça exercícios físicos regularmente, como: caminhada e alongamento.

Como evitar as cãibras

- Evite alimentos que contenham muito fósforo (como o refrigerante);
- Consuma alimentos ricos em potássio (como banana e laranja) e cálcio (como os derivados de leite);
- Sempre quando puder, movimente os músculos dos tornozelos e dos pés;
- Evite ficar muito tempo em pé, sentada com as pernas cruzadas e de salto;
- Alongue-se antes de dormir e assim que acordar.

Mesmo sendo comum e fácil de tratar, se a cãibra persistir procure o seu médico e explique os sintomas. Pois pode ser algo mais sério que necessite de tratamento.

Fonte: Baby Center

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A importância do pré-natal

Publicado por Daniela Cumerlato em 06/11/2014 às 13h09

medico

Os exames do pré-natal são muito importantes para as mamães e para os bebês. Eles garantem uma gestação saudável, sem riscos e com todos os cuidados necessários.

O pré-natal é o maior exemplo de amor que a mamãe pode dar para o seu filho, eles podem cuidar da saúde e do bem-estar do pequeno, evitando doenças, complicações e até o parto prematuro.

Normalmente as consultas acontecem mensalmente, e a semana depende de quando descobriu a gravidez e foi ao médico pela primeira vez. Por isso mesmo, os exames acabam sendo mais divididos entre os trimestres, e os ultrassons respeitam melhor a divisão das semanas.

Principais exames do pré-natal

Confira a seguir quais são os principais testes pedidos nessa época, e quando são feitos, para você poder cobrar todos do seu obstetra:

- Hemograma completo: Pedido sempre na primeira consulta da gestação, podendo ser repetido no segundo ou no terceiro trimestre de acordo com a conduta do obstetra. O hemograma é a avaliação de todos os compostos presentes no sangue, eles ajudam a avaliar como está a coagulação do sangue, o sistema imunológico e se a mãe está com anemia.

Resultados normais:
Hemácias - 3.800.000 a 5.200.000/mm3
Hemoglobina - 12.0 a 16.0 g/dl
Global de Leucócitos - 4.000 a 11.000 /mm3
Plaquetas - 140.000 a 450.000/mm3

- Glicemia: Normalmente a glicemia é pedida junto com a primeira bateria de exames e a curva glicêmica é pedida no quinto mês. Pode ser feita a glicemia de jejum, que contabiliza a quantidade de glicose no sangue quando não há ingestão de alimentos. Depois pode ser feita a curva glicêmica, que mede a quantidade de açúcar no sangue após duas horas de ingestão desse alimento. Quando as taxas estão acima do normal, o médico pode suspeitar do quadro de diabetes gestacional, que torna a gravidez mais arriscada.

Resultados normais:
Glicemia de jejum: o normal é que esteja abaixo de 99 mg/dl
Curva glicêmica: os valores são abaixo de 92 mg/dl no primeiro exame, menos de 180 mg/dl após uma hora e menor que 153 mg/dl depois de duas horas.

- Sistema ABO e fator Rh: O exame é pedido na primeira consulta pré-natal e não há necessidade de ser repetido. Esse procedimento indica qual o tipo de sangue da mãe. Saber o sistema ABO ajuda em possíveis transfusões sanguíneas. Já o fator Rh é mais importante: "Mães que sejam fator negativo e têm bebês com fator positivo podem obter um quadro chamado eritoblastose fetal. No parto, quando os sangues entram em contato, são formados anticorpos anti-Rh no corpo da mãe, que podem destruir as hemácias do próximo bebê Rh que ela tiver", ensina Fabio Rosito, especialista em Ginecologia e Obstetrícia. Para evitar que isso aconteça, é ministrado um medicamento após o parto que impede que esses anticorpos se formem.

- Sorologia para HIV e VDRL: Sempre no início do pré-natal, para que, em caso positivo, o tratamento preventivo comece logo. O primeiro exame indica quando a mãe é soropositiva para HIV. Já o segundo mostra se a mãe está contaminada com a bactéria que causa sífilis. É importante saber o resultado dessas doenças para não prejudicar o feto, e nem transmitir a doença.

- Reação para toxoplasmose e para rubéola: Ele sempre é feito no início do pré-natal e depois repetido no terceiro trimestre. Os exames indicam se a paciente já teve algum contato com os causadores dessas duas doenças. A toxoplasmose pode provocar sequelas para o feto e malformações, por atacar e destruir tecidos. Já a rubéola pode trazer complicações neurológicas, cegueira e surdez para a futura criança.

- Sorologias para hepatite B e C e para citomegalovírus: Ele é feito no primeiro trimestre e repetido no terceiro trimestre, ou mais vezes de acordo com o histórico da paciente. Verificam se a mãe está com alguma dessas doenças, que podem prejudicar o desenvolvimento do feto também.

- Urina: É pedido na primeira consulta pré-natal e normalmente é repetido nos outros trimestres. O exame de urina normalmente indica se a paciente está com alguma infecção urinária, mesmo que sem sintomas.

Resultados normais: É indicado que a densidade varie de 1005 e 1030 e o pH esteja entre 5,5 e 7,5. No exame químico não devem constar glicose, proteínas, cetonas, bilirrubina, urobilinogênio, leucócitos, hemoglobina e nitritos. Já na Microscopia do Sedimento deve exibir:

- Células epiteliais - algumas
- Leucócitos - 5 por campo
- Hemácias - 3 por campo
- Muco - ausente
- Bactérias - ausentes
- Cristais - ausentes
- Cilindros - ausentes

- Fezes: É feito apenas no início do pré-natal. Ele mostra se a gestante está com alguma verminose.

- Ultrassonografia: Não há necessidade de fazer o ultrassom em todas as consultas de pré-natal. Mas quatro não podem faltar:

  1. Logo no começo do pré-natal, avalia onde está ocorrendo essa gestação, se ela realmente está dentro do útero; qual a idade gestacional do feto, para que possa se calcular o desenvolvimento; e se há mais de um bebê;
  2. Entre as semanas 11 e 14 é feito um ultrassom morfológico, que avalia como está o desenvolvimento e a formação da criança;
  3. Entre as semanas 20 e 24 é preciso avaliar a formação dos órgãos e dos membros novamente;
  4. Por volta da 32ª semana um ultrassom é feito para conferir se está tudo certo para o parto, se o bebê está na posição correta, por exemplo, e se ele cresceu nem nesse período.

Fonte: Site Minha Vida

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Vacina contra coqueluche para grávidas

Publicado em 31/10/2014 às 16h08

Futuras mamães que estão entre a 27ª e a 36ª semana de gravidez, anotem essa informação: comparecer no posto de saúde para tomar gratuitamente a vacina DTPa (tríplice acelular contra difteria, tétano e coqueluche). Por enquanto as gestantes do Estado de São Paulo serão imunizadas,  a partir de hoje, dia 03/11. 

A vacina antes protegia somente contra a difteria e o tétano, mas a coqueluche foi incluída, devido o alto índice de letalidade dessa doença, principalmente em crianças com até dois meses de vida. A gestante tendo tomado a vacina, fica ela e o bebê protegidos.

“A imunização oferecida pela nova vacina acelular é fundamental para proteger, além das gestantes, os bebês que já nascerão com os anticorpos necessários à prevenção da difteria, do tétano e agora também da coqueluche. Com isso, pretendemos diminuir tanto o número de casos quanto o número de mortes de recém-nascidos, causadas por essas doenças, por meio de medidas preventivas como a vacinação”, diz Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Saiba mais sobre a coqueluche

A causa da coqueluche é uma bactéria transmitida pelo ar, através da secreção eliminada ao falar, espirrar e tossir. Um dos sintomas é a tosse, que pode durar até 30 minutos e se repetir várias vezes ao longo do dia. Além disso, não costuma apresentar febre, porém pode apresentar coriza na fase catarral.

Para diagnosticar a doença são feitos exames laboratoriais e se confirmada a coqueluche, são receitados antibióticos para tratamento.

A prevenção é feita por meio da vacinação nas idades corretas, que são 2,4 e 6 meses e as doses de reforço ao 15 meses e entre 4 e 6 anos para que a imunização seja completa.

Fonte: Revista Crescer

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Novas propostas para incentivar o parto normal no Brasil

Publicado em 15/10/2014 às 16h51

parto normal

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira (14/10), uma série de propostas para ampliar o parto normal e evitar cesarianas desnecessárias na rede de saúde privada do país. As duas propostas da Agência Nacional de Saúde (ANS) serão colocadas para consulta pública, a partir do dia 24 de outubro.

A primeira medida apresenta que, mulheres, grávidas ou não, poderão fazer uma solicitação sobre as taxas de partos normais e cesáreas que cada médico e estabelecimento de saúde realizam, para que ela possa se orientar sobre o profissional que irá prestar atendimento.

A segunda proposta é para que os hospitais particulares emitam um documento com todas as informações sobre o trabalho de parto, seria o partograma, no qual constará dados como a dilatação, contrações e condições da mãe e bebê. “Respeitar a mulher é acima de tudo disponibilizar a ela todas as informações sobre o parto normal e fazer com que o parto cirúrgico seja adotado apenas quando indicado”, ressaltou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Parto normal x parto cesarianas

No Brasil, a cesárea chega até 86,4% dos nascimentos na rede privada, já no Sistema Único de Saúde, atinge os 40%, sendo que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que apenas 15% dos partos sejam cirúrgicos.

Confira algumas diferenças do parto normal e cesariana

Parto normal Parto cesariana
Sem dor no pós parto Dor no pós-parto
Menos risco de infecção Há maior risco de infecção
A recuperação é mais rápida Há maior risco de infecção
O trabalho de parto é mais longo, pode chegar até 12 horas. A cirurgia leva cerca de 1 hora
É possível fazer sem anestesia ou anestesia em baixa dosagem É necessário anestesia raquiana ou peridural                     

 

 

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Dicas para evitar o intestino preso na gravidez

Publicado em 13/10/2014 às 16h36

intestino preso na gravidez

Se você está sofrendo com o intestino preso na gravidez, saiba que não está sozinha e que isso é algo muito frequente entre as futuras mamães, porém com algumas mudanças de hábito é possível reverter esse quadro.

A prisão de ventre durante a gravidez ocorre geralmente por duas razões. A primeira é devido o aumento do hormônio progesterona que deixa o intestino mais lento e a segunda está relacionada ao crescimento da barriga, que conforme aumenta e o útero dilata, o intestino é pressionado, isso o deixa mais devagar para funcionar.

Passar vários dias sem ir ao banheiro pode gerar um incômodo muito maior, que são as hemorroidas, que surgem devido ao ressecamento das fezes e por fazer força para evacuar. Mas mesmo sendo um grande incômodo, é importante não tomar laxantes sem recomendação médica, em casos mais graves um profissional poderá receitar um adequado para gestantes.

Dicas para acabar com a prisão de ventre durante a gravidez

- Refeições ricas em fibras são fundamentais para o bom funcionamento do intestino, arroz e pão integral, linhaça, aveia, gergelim, frutas, verduras e legumes.

- Manter uma boa hidratação é importante para ajudar no processo de digestão e evitar que as fezes ressequem. Por isso, beber diariamente dois litros de água é preciso, consumir sucos naturais como o de mamão com laranja também auxiliam no funcionamento do intestino.

- Faça pequenas refeições ao longo do dia de 3 em 3 horas e também mastigue bem os alimentos.

- Caso não haja nenhuma restrição, a prática de exercícios como hidroginástica e caminhada podem auxiliar muito no bom funcionamento intestinal.

- Evite alimentos gordurosos e também muito condimentados.

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Dor na coluna durante a gravidez

Publicado por Daniela Cumerlato em 08/10/2014 às 14h02

costas

 

É comum as pessoas se queixarem de dores nas costas, esse incômodo pode atingir tanto homens quanto mulheres em qualquer faixa etária, por causa de maus hábitos posturais. Porém as gestantes tem maior incidência, devido às alterações hormonais e ao peso a mais que ela carrega nesse período.

O crescimento da barriga na gravidez provoca uma mudança no centro da gravidade da coluna vertebral, que faz com que a mulher incline o tronco para frente provocando uma sobrecarga e uma curvatura maior na lombar e nuca.

Outro fator é a elevação hormonal, que deixa as articulações e ligamentos (tanto da coluna como da bacia) mais instáveis, provocado as dores.

A postura durante a realização de tarefas como: permanecer longos períodos sentada à frente do computador, ou fazendo anotações com a cabeça abaixada, ou apoiar o telefone no ombro são fatores que podem contribuir para aumentar as dores.

Mesmo sendo dores comuns na gestação, é importante buscar a ajuda de um médico para identificar a causa do problema. Pois pode ser algo mais grave como a hérnia de disco.

Para fortalecer as articulações e melhorar a postura, exercícios leves são recomendados. Confira algumas dicas para garantir uma gestação sem dor na coluna:

- Faça exercícios físicos com intensidade moderada, como: caminhada, hidroterapia, yoga etc;

- Use cintas especiais para gestantes, ela fornece um alívio imediato;

- Faça alongamentos;

- Evite carregar peso;

- Procure dormir de lado e com travesseiros entre os joelhos para alinhar a coluna;

- Evite subir escadas;

- Não permaneça mais que 2 horas na mesma posição;

- Sente em sofás e cadeiras mais altas para evitar fazer esforço ao se levantar;

- Não use sapatos de salto alto;

- Cuide da alimentação, para manter o peso dentro dos limites normais para gestantes;

- Seja cuidadosa e não tente se tratar sozinha, busque sempre um especialista.

Fonte: Revista Materlife

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