Saúde na gravidez

Como evitar as varizes na gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 06/07/2015 às 13h37

gravida na cama

Não se assuste caso as temidas varizes apareçam durante sua gravidez. Mesmo que você nunca as tenha tido antes, elas podem surgir por conta das alterações hormonais habituais do período. Inchaços, mudanças na coagulação do sangue, e dilatação nos vasos aumentam as chances delas aparecerem.

Além da questão estética, varizes causam dor nas pernas e sensação de peso. Para contornar o problema, meias elásticas e repouso com as pernas para cima ajudam bastante. Exercícios físicos são sempre boas soluções também, desde que sejam feitos com orientação médica.

A cirurgia só é prescrita em casos graves. E para identificar o grau em que se encontram suas varizes, seu médico provavelmente solicitará uma ultrassonografia com Doppler.

Assim como muitos outros sintomas da gravidez, o mal também deve diminuir após o parto. Com a liberação da principal veia responsável pelo retorno venoso, as varizes nas pernas tendem a diminuir, inclusive algumas até somem. Basta apenas não ter pressa: o processo pode levar de 3 a 4 meses até o desaparecimento.

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Benefícios do pilates para as gestantes

Publicado por Arthur Bonato em 24/06/2015 às 12h03

alongamento

Praticar atividades físicas durante a gravidez, é uma ótima forma de manter-se saudável. Exercícios ajudam a gestante de diferentes maneiras, colaborando tanto para sua saúde mental quanto corporal.

Atualmente, o pilates tem sido a opção favorita de muitas grávidas. O pilates é uma atividade física que reúne flexibilidade, força, consciência corporal, relaxamento e respiração.

Pilates na gestação

Durante a gestação, os movimentos exigidos pela prática do exercício ajudam a:

- Melhorar a postura, consequentemente evitando dores nas costas

- Aliviar dores e inchaços nas pernas e fortalecê-las para que aguentem mais carga

- Trabalhar os braços, preparando-os para cuidar do bebê, que vai ficar cada vez mais pesadinho

- Evitar a incontinência urinária por meio do trabalho do períneo

- Auxiliar a contração abdominal, colaborando mais tarde para o momento do parto

- Estabilizar articulações

- Trabalhar a respiração, que auxilia no relaxamento

E os bebês também são beneficiados:

- Recebem endorfina (hormônio do relaxamento) através da placenta, contribuindo para seu bem estar

- Tem um crescimento adequado dentro do útero

- Percebe a tranquilidade da mãe, que mantém-se mais relaxada ao praticar a atividade

Recomendação

É ideal que a gestante sempre pratique pilates com um profissional, isso porque, conforme o útero cresce o centro de gravidade do corpo da mulher é alterado. Se ela não estiver acompanhada, pode correr mais riscos de cair.

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Tudo o que você precisa saber sobre o ácido fólico

Publicado por Arthur Bonato em 11/06/2015 às 13h16

gravida

O ácido fólico é uma vitamina que traz diversos benefícios para as futuras mamães, Porém a dosagem ideal a ser ingerida, deve ser orientada por um obstetra. No geral, a recomendação é iniciar seu consumo 1 mês antes de engravidar, pois o tubo neural do bebê fecha nas primeiras 4 semanas de gestação (quando a mulher ainda não descobriu que está grávida).

Entretanto, se a mulher não chegou a tomar comprimidos com ácido fólico antes de engravidar, também não é o fim do mundo. Atualmente, além dos alimentos que contém a vitamina as próprias farinhas de trigo tem sido fortificadas com uma pequena quantidade do nutriente.

Para que serve o ácido fólico?

Na gravidez, o ácido fólico tem um importante papel na prevenção de doenças como:

- espinha bífida, anencefalia, lábio leporino, doenças cardíacas;

- anemia na mulher;

- ajuda na formação da placenta e no desenvolvimento do DNA do bebê;

- diminui o risco de pré-eclâmpsia durante a gestação.

Dosagem recomendada

O ideal é a ingestão diária de 600 mcg. O problema, é que aqui no Brasil só existem cápsulas de 1, 2 e 5 mg, logo, a maioria dos médicos prescreve a ingestão de comprimidos de 1mg.

Mulheres que tomam remédios para epilepsia, são obesas ou já tiveram um filho com alguma deficiência no sistema nervoso, precisam de uma quantidade maior: 5mg.

Alimentos ricos em ácido fólico

Ingerir alimentos que contêm a vitamina também é uma ótima forma de abastecer seu organismo. Confira alguns:

- Fígado de galinha cozido

- Fígado de peru cozido

- Levedo de cerveja

- Fígado de boi cozido

- Lentilhas

- Quiabo cozido

- Feijão-preto cozido

- Espinafre cozido

- Soja verde cozida

- Macarrão cozido

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Infecção urinária na gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 09/06/2015 às 13h00

gravida bebendo agua

Não é fora do comum que uma parcela das mulheres grávidas tenham infecção urinária. Isso ocorre, porque durante os nove meses de gestação os níveis de progesterona aumentam e consequentemente relaxam as fibras musculares. Assim, com o corpo e o sistema imunológico mais vulneráveis, a ação das bactérias que causam a doença torna-se mais fácil.

Enquanto essa colônia de bactérias está alojada apenas na vagina, não há com o que se preocupar. Quando ela migra para a bexiga, pela uretra, problemas maiores começam a surgir:

- Ao “estacionar” na bexiga, a colônia de bactérias irrita o local, provocando a infecção ou cistite.

- Se o problema chegar até o útero, o órgão passa a se contrair por vezes. O que pode gerar um parto prematuro.

- Nos rins, a infecção pode prejudicá-los imensamente, até que parem de funcionar. Essa infecção recebe o nome de pielonefrite.

É claro, todos esses casos podem ser tratados com antibióticos que não oferecem risco ao feto. Mas, para tanto, é essencial identificar a doença precocemente: procure fazer o exame de urina por volta da 28a semana de gravidez e, sempre que houver alguma suspeita.

Bacteriúria assintomática

Existe ainda um tipo de infecção urinária que não provoca sintomas aparentes, é a chamada bacteriúria assintomática. Cerca de 30% desses casos podem virar cistite e 50% pielonefrite. Deve ser tratada assim que percebida, porém, se você tiver o hábito de beber muita água já é uma boa forma de preveni-la.

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Benefícios da yoga na gestação

Publicado por Arthur Bonato em 05/06/2015 às 11h51

alongamento

Embora a gravidez seja um momento de extrema felicidade para a futura mamãe, também é um período de muito estresse e transformações em seu corpo. O fato, é que uma parcela significativa das mulheres, tem bastante dificuldade em lidar com essas adversidades. Dentre as atividades recomendadas para essa fase, a yoga é bastante indicada, além de auxiliar a gestante a aceitar as mudanças no corpo e na mente, também traz mais energia e disposição.

Para iniciar, o ideal é consultar um médico e em seguida, procurar um instrutor especializado. Existem exercícios e posturas específicas, que podem contribuir de diferentes formas para sua saúde. Saiba mais:

As posturas da yoga podem ajudar a ter um parto mais fácil

No primeiro trimestre, a recomendação é optar pelas posturas em pé. Pois ajudam no fortalecimento dos músculos das pernas, melhoram a circulação, aumentam a energia e podem reduzir as cãibras. Não é interessante a prática de posturas difíceis ou que façam pressão no abdômen, para os estágios adiantados da gravidez.

As técnicas de respiração auxiliam no relaxamento

Respirar melhor contribui para lidar com suas mudanças emocionais e relaxar a mente. Ao praticar técnicas respiratórias, você oxigena seu organismo, o que significa: mais energia, disposição, entusiasmo e clareza mental.

Melhora sua postura e o equilíbrio corporal

Conforme as semanas vão passando, o bebê aumenta de tamanho, logo: mais dor nas costas e nas pernas. Peça ao seu instrutor para lhe ensinar exercícios que conservem sua espinha, cabeça e pescoço alinhados. Além disso, procure sempre policiar-se quando estiver sentada, mantendo as costas retas e o queixo levantado.

Diminui o inchaço do corpo

Exercícios de respiração estimulam o coração a trabalhar mais rápido, aumentando portanto a circulação do sangue e impulsionando o funcionamento dos rins. Isso coopera para minimizar a retenção de líquidos.

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Importância da vitamina D na gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 19/05/2015 às 13h20

mulher gravida ao ar livre

A gestação, é um período em que as mulheres buscam desenvolver uma alimentação bem balanceada. E para isso, é essencial escolher os nutrientes certos. Priorizando a qualidade dos alimentos e não a quantidade, é possível manter uma gravidez saudável desde o começo.

Você conhece os benefícios da vitamina D?

Ótima para a pele, também é fundamental para manter os sistemas imunológico, ósseo, cardiovascular e muscular em dia. Por outro lado, a falta de vitamina D pode causar a pré-eclâmpsia e outros problemas durante a gravidez. Esse distúrbio, que geralmente é mais comum depois da 20a semana de gestação, pode resultar na restrição do crescimento da criança e nascimento prematuro, por exemplo.

Para as mulheres que buscam engravidar e estão no período fértil, existem estudos que indicam que bons níveis da vitamina no organismo induzem melhor a ovulação.

Níveis baixos do nutriente, durante a gestação, podem resultar no nascimento de bebês com autismo. A falta do nutriente, pode causar ainda problemas maiores como: câncer, osteoporose, hipertensão, diabetes, derrames, distúrbios psiquiátricos e doenças autoimunes.

Mas qual a dose recomendada de vitamina D?

Para garantir a absorção completa do nutriente pelo organismo, a indicação dos médicos é a exposição ao sol. O ideal é ficar no sol, sem protetor solar, por cerca de 15 minutos ao dia e fora dos horários de sol a pino (até às 10h e depois das 17h).

Fora isso, carnes, peixes, leites e ovos são ótimas fontes de vitamina D.

As gestantes que possuem dosagens baixas da vitamina no organismo, podem optar pela suplementação através de cápsulas ou soluções que contenham o nutriente. E é claro, consultar seu médico antes de começar a tomar qualquer coisa é indispensável.

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Saiba quais são os incômodos do final da gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 29/04/2015 às 14h24

mulher gravida

Não é nada incomum que no período final da gravidez, as mulheres apresentem alguns sintomas diferentes ou até mesmo que os anteriores intensifiquem-se. O que poucos sabem, é que essas alterações não ocorrem unicamente pelo aumento do peso do bebê. Entenda as reais causas e como proceder em cada caso.

Inchaço nos pés – Causado pelo crescimento do útero da mulher, que faz com que os vasos sanguíneos comprimam-se e congestionem o retorno da circulação dos membros inferiores para o coração. Além disso, durante a gestação a mulher também passa a reter líquidos, o que contribui ainda mais para o surgimento de inchaços.

Para contornar o problema, é importante caminhar. Dessa forma, o bombeamento de sangue é ativado. Controlar o peso e usar meias elásticas que estimulem a circulação também ajuda.

Dores nas costas – São inevitáveis, pois conforme o momento do parto se aproxima o bebê passa a encaixar-se na arcada estrutural da região pélvica, forçando uma abertura na ligação entre os ossos. O aumento das contrações age em conjunto com esse processo, fazendo com que a dor migre para as costas.

Como não há como remediar a situação, o que pode ser feito é gerar mais flexibilidade ao corpo através de atividades como: ioga, hidroginástica, fisioterapia, pilates, etc.

Dificuldade para dormir – Isso ocorre obviamente por conta do tamanho que a barriga da gestante atinge com o passar das semanas, dificultando encontrar uma posição confortável para seu repouso. O recomendado pelos especialistas, é dormir sempre de lado e com um travesseiro entre os joelhos. Apoiar outro travesseiro nas costas também pode ser uma boa ideia.

Se não funcionar, um travesseiro triangular em forma de rampa pode ser a saída. Ele alivia a sensação de falta de posição, pois apoia a mulher desde o torso até a cabeça.

Câimbras – Surgem através das ações hormonais juntamente com a compressão do sistema vascular, por onde retorna o sangue das partes baixas. Meias elásticas e exercícios físicos auxiliam na melhora do fluxo de sangue.

Falta de ar – O aumento do tamanho do bebê comprime o pulmão da mãe, causando a sensação de falta de ar. A estratégia aqui é fazer exercícios para coordenar melhor a respiração, inspirando e expirando com mais frequência e menos profundidade. Atividades como ioga e meditação, por exemplo, podem ajudar bastante.

Hemorroida – Existem mulheres predispostas a desenvolver hemorroidas por questões genéticas, mas é fato que a gravidez também colabora para o aparecimento do mal, através das alterações hormonais. Hemorroidas podem causar desde coceira e queimação, até dores e inchaços. Para aliviar seus sintomas, a sugestão é adotar uma dieta rica em fibras e água (para facilitar a evacuação) e praticar atividades físicas (para melhorar a circulação).

Tontura e sonolência – A queda da pressão sanguínea durante a gestação, pode causar falta de oxigenação em várias partes do copo da mulher. Se a parte atingida for o sistema nervoso central, podem ocorrer tonturas. Para evitá-las, o ideal é ingerir bastante líquido e usar meias elásticas.

Quanto à sonolência, o fator determinante para sua manifestação é novamente a alteração hormonal no período gestacional. Mas não só isso, como dito anteriormente, a dificuldade em conseguir dormir nessa etapa muitas vezes impede a gestante de atingir as famosas 8 horas de sono.

Não há muito o que fazer além de algumas atividades físicas e tentar ao máximo relaxar e dormir.

Incontinência urinária – Na etapa final da gravidez, o útero invade parte do espaço da bexiga e dificulta a capacidade de armazenamento de urina do órgão. A mulher passa a ir diversas vezes ao banheiro, sendo impossível segurar a vontade inclusive. É um problema que costuma desaparecer algum tempo depois do parto, mas para evitá-lo a fisioterapia é uma ótima atividade para fortalecer os músculos pélvicos.

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Os riscos da hipertensão na gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 22/04/2015 às 13h39

gravida

A hipertensão gestacional, atinge cerca de 5% e 7% das brasileiras. O problema geralmente está associado à maus hábitos e alimentação desequilibrada. É possível prevenir e contornar a doença desde que seja identificada logo, através dos exames pré-natais. Por isso, é sempre importante realizar um acompanhamento adequado com seu médico.

Conheça um pouco mais sobre a hipertensão gestacional:

O que é a hipertensão na gravidez?

Consiste no aumento da pressão sanguínea durante a gestação, em mulheres que nunca apresentaram o problema. Tal distúrbio, pode se manifestar de duas formas: pré-eclâmpsia e eclâmpsia.

A pré-eclâmpsia trata-se do aumento da pressão arterial juntamente com a eliminação de proteína na urina. Geralmente, apresenta-se durante a 20a semana de gravidez.

Já a eclâmpsia, é justamente o resultado da pré-eclâmpsia não tratada. Caracteriza-se pelo demasiado aumento da pressão, podendo gerar sintomas graves como convulsões e inchaços. Nessa etapa, a vida da mãe e da criança encontram-se em risco.

É possível controlar a doença sem medicação?

Em termos. O que pode ser feito é um controle rigoroso da alimentação e do ganho de peso. Uma dieta rica em ácido fólico, por exemplo, pode ajudar na dilatação dos vasos.

Mas se o problema persistir sem nenhuma melhora, os remédios anti-hipertensivos deverão entrar em ação o quanto antes.

Mulheres com pressão alta mesmo antes da gravidez devem redobrar os cuidados?

Com certeza. E a melhor solução para o problema deve partir da união entre ginecologista e cardiologista. O que comumente acontece é a substituição de medicamentos anti-hipertensivos que a mulher já usava, por outros mais indicados para esse período.

O aumento da suplementação de ácido fólico (mencionado anteriormente), também pode ajudar mas o mais importante é sempre estar de olho no que você come e no ganho de peso.

A pré-eclâmpsia prejudica na formação do bebê?

Na pré-eclâmpsia não existem riscos para a criança, porém se não tratada corretamente e o quadro evoluir para a eclâmpsia há grandes chances do bebê não resistir.

Quais os riscos para a mãe?

Quando não é mais possível controlar a pressão através de medicamentos e a fase da eclâmpsia já está bem acentuada, não há outra saída a não ser fazer um parto induzido. 75% dos óbitos por hipertensão na gravidez ocorrem durante a eclâmpsia, portanto os riscos para a mãe são gigantescos.

Quem teve hipertensão na gravidez tem chances de ter pressão alta posteriormente?

Desenvolver qualquer doença durante a gestação já aumenta a probabilidade de ter algum quadro parecido futuramente. Se levarmos em conta o número de mulheres que têm diabetes gestacional, por exemplo, e que 20% delas passam a ter a doença novamente podemos comprovar essa afirmação.

No caso da hipertensão na gravidez é comum que as pacientes que apresentaram a doença tenham a pressão normalizada após o parto, mas isso não isenta o fato de que é preciso sempre estar atenta para evitar a aparição do mal novamente.

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Você sabia que 47% das grávidas engordam além do recomendado?

Publicado por Arthur Bonato em 24/03/2015 às 14h37

peso na gravidez

A pesquisa que foi publicada no Obstetrics & Gynecology destaca que quase metade das grávidas atingem um peso maior do que o indicado no período de gestação. O estudo foi feito com aproximadamente 44 mil mulheres que deram a luz entre 2010 e 2011 nos Estados Unidos.

Ainda não se sabe ao certo os motivos que desencadeiam o desenvolvimento deste excesso de peso, mas ao mesmo tempo outra questão tem chamado bastante a atenção: mulheres obesas ou acima do peso na fase inicial da gravidez, têm de duas três vezes mais chances de engordarem além do indicado. Portanto, é sempre essencial que aquelas que pretendem engravidar no futuro busquem um controle rígido do seu peso, de acordo com Andrea Sharma, autora do estudo.

É claro que nem sempre é possível ingerir os alimentos corretos, por estar fora de casa ou no trabalho por exemplo. Muitas vezes as opções dentro do nosso alcance contém muitos carboidratos ou açúcares, esses os principais prejudiciais da dieta.

Mas quais são os riscos?

O ganho de peso elevado na gestação traz problemas à mãe e aos bebês em alguns casos. Além do aumento nas chances da mulher desenvolver algum quadro de diabetes e pressão alta, pode trazer também outros problemas, como: dores nas costas, inchaço, infecções, dificuldade para respirar, estrias e varizes.

O parto também pode ter alguma complicação ou ser prematuro, sem contar que os bebês podem nascer acima do peso ideal predispostos a se tornarem obesos no futuro.

E quanto devo comer?

No primeiro trimestre os enjoos são constantes e a vontade de comer diminuiu por conta disso, mas não é motivo de preocupação. Uma vez que a mãe não esteja abaixo do peso, sua reserva de nutrientes garante que tanto ela quanto o bebê mantenham-se nutridos.

Já no segundo trimestre a ideia seria uma ingestão de 340 calorias extras para completar a dieta. E no terceiro, 450. Essas calorias podem ser encontradas em uma maçã ou copo de iogurte grego (sem gordura) por exemplo. Na verdade um simples lanchinho no decorrer do dia já supre essa quantidade de calorias, não sendo necessário incrementar as principais refeições.

Recomendações em geral

É imprescindível que no início da gestação a mulher faça um acompanhamento com um obstetra para orientá-la sobre os limites para ganho de peso, tendo como base seu IMC (índice de massa corpórea). Persistindo dúvidas sobre quais as calorias certas a serem ingeridas, uma consulta com um nutricionista pode ajudar bastante.

Exercícios físicos são ótimas sugestões para as futuras mamães e podem beneficiá-las durante a gestação de diversas formas, desde que, sejam feitos com moderação. Procure um profissional especializado.

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Conheça os principais exames realizados durante a gravidez

Publicado por Arthur Bonato em 09/03/2015 às 13h25

principais exames na gravidez

Colocar em dia os exames pré-natais é uma prevenção importantíssima não só para as futuras mamães, como também, para seus bebês.

Para facilitar o entendimento da rotina dos principais exames a serem feitos, a divisão é feita por trimestres e, caso exista a necessidade de outros exames além dos tradicionais seu médico solicitará.

Confira agora a lista dos exames pré-natais:

1º Trimestre de gestação

Hemograma completo: É comum durante a gestação da mulher que ocorram casos de anemia, como por exemplo, a anemia dilucional. Isso ocorre, porque nesse período há um aumento do volume de sangue em circulação.

Através desse exame, é possível ter uma contagem certa dos leucócitos, plaquetas e hemoglobina presentes no sangue.

Glicemia de jejum: Durante a gestação o organismo da mãe deve produzir insulina em quantidade suficiente para ela e o bebê. Este exame de sangue consiste basicamente em identificar os níveis de glicemia do corpo da mãe para evitar a diabetes gestacional.

Tipagem Sanguínea: Este exame é extremamente importante, pois identifica o sangue e o fator rh da mãe.

É fundamental saber o sangue da mãe para o caso de alguma cirurgia que tenha que ser feita de imediato.

O fator rh é para uma questão mais delicada. Quando o da gestante é negativo e o do pai positivo, existe 50% de chance do bebê nascer com o fator positivo. O problema é que quando isso ocorre, nas próximas gestações o organismo da mãe pode originar anticorpos que acabam com as hemácias fetais.

Sorologia: Indica a presença de doenças que podem trazer riscos tanto para a mãe quanto para o bebê, por exemplo: HIV, sífilis, hepatites, toxoplasmose, etc.

Coleta de Urina: Recomendado para identificar infecções que podem antecipar o parto. A coleta pode ser feita até mesmo em casa e, deve ser realizada periodicamente em portadoras de diabetes ou má formação do sistema urinário.

Coleta de Fezes: Também indicado na prevenção da anemia gestacional, a coleta busca identificar a presença de parasitas e/ou protozoários através das fezes.

Papanicolau: Realizado através da coleta das células do útero, o papanicolau busca prevenir e afastar qualquer possibilidade de câncer. Estando grávida ou não, é essencial fazê-lo ao menos uma vez por ano.

Ultrassonografias: Tem como objetivo acompanhar o desenvolvimento do feto e sua formação

2º Trimestre de gestação

Ultrassom Morfológico: Inspeciona o crescimento e toda a anatomia do bebê, como: a formação do cérebro e dos órgãos, do coração, etc. Também indica a localização precisa da placenta.

3º Trimestre de gestação

Ultrassom com Dopplerfluxometria: Aponta o crescimento e o peso do feto através de um exame de imagem. Confirma também se o bebê está recebendo todos os nutrientes de maneira correta e verifica o fluxo sanguíneo no corpo da mãe.

Cultura para Streptococcus: Consiste na coleta de material da vagina para prevenir doenças infecciosas causadas pela bactéria streptococcus.

Pressão Sanguínea: Indicada para controlar a pressão sanguínea da mãe e evitar alterações drásticas. No caso de uma elevação fora do comum, a saúde tanto da mãe quanto da criança encontram-se em risco.

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